Nosso colega Iúbel registrou os efeitos de um raio que caiu em nossa rede. Segue seu relato:
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Retrato de um Risco
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
O custo dos acidentes
Olha só como a Previdência Social está "incentivando" as empresas a investir em segurança.
Este texto foi contribuição da Iaci Mara Dalcol.
JUSTIÇA: Previdência cobra ressarcimento de empresas que não protegem trabalhadores
A Previdência Social, por intermédio da Procuradoria Geral Federal (PGF), pretende recuperar cerca de R$ 80 milhões pagos pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) a título de pensão por morte, aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e acidentes de trabalho causados pela falta de segurança nas empresas.
Atualmente existem mais de mil ações regressivas em todo o país, distribuídas da seguinte forma: 235, na 1ª Região (engloba os estados de Minas Gerais, Bahia, Piauí, Maranhão, Goiás, Tocantins, Pará, Amapá, Mato Grosso, Rondônia, Acre, Amazonas e Distrito Federal); 378, na 2ª Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo); 132, na 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul); 257, na 4ª (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná); e, 68, na 5ª Região (Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e Sergipe).
Somente neste ano, segundo levantamento feito pela PGF, foram ajuizadas 398 ações, até o início de outubro. Esse número corresponde a aproximadamente 37% das ações ajuizadas desde 1991. A 4ª Região é a responsável pelo maior número de processos (136) neste ano. Em seguida vêm a 1ª Região, com 102; a 3ª, com 79; a 2ª, com 43; e a 5ª, com 38.
A PGF informa ainda que a 1ª e a 2ª Regiões, juntas, respondem por mais da metade do valor que está sendo cobrado, cerca de R$ 42 milhões.
Conforme dados da PGF, as ações regressivas dizem respeito aos setores de maior acidentalidade no Brasil, entre as quais construção civil, agroindústria, energia elétrica, metalurgia, indústria calçadista, mineração, indústria moveleira.
Mais que recuperar valores pagos indevidamente, a Previdência busca proteger os trabalhadores, estimulando as empresas a prevenirem os acidentes, com a utilização de equipamentos de segurança exigidos por lei, além de ser uma iniciativa em defesa dos interesses da sociedade e do patrimônio público.
As mais de mil ações ajuizadas desde 1991 foram propostas pelas unidades da PGF, em todas as regiões do país, contra empresas dos mais diversificados ramos de atuação. Essas ações cobram os benefícios já pagos pelo INSS, com os valores corrigidos, e aqueles que ainda serão pagos aos segurados, de acordo com a expectativa de duração do benefício de cada um.
Para continuar lendo o texto, acesse: http://www.previdenciasocial.gov.br/vejaNoticia.php?id=36062
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terça-feira, 23 de março de 2010
8ª Reunião de CIPA da Gestão 2009-2010
Esta marcado para esta sexta-feira dia 26/03/2010 mais uma reunião de CIPA.
Estão todos convidados a participar. Caso não possa participar mas tenha algum assunto para a CIPA tratar, entre em contato com técnico de segurança ou Cipeiro de sua área ou comente no Blog.
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segunda-feira, 22 de março de 2010
SIPAT 2010
Está em andamento os preparativos para a SIPAT KM3 de 2010.
A novidade deste ano é a participação dos funcionários da Pe. Agostinho na SIPAT. Para isto, membros das CIPAs da Pe. Agostinho estão participando do grupo organizador.
Portanto, reserve em sua agenda a participação na SIPAT nos dias 17 a 21/05/2010.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Componentes da Cipa CTEKM3
A seguir, os nomes dos empregados componentes da Cipa CTEKM3:
Presidente: Fernando Villa Coimbra Campos
Vice: Jefferson Luiz M Dieckmann
Secretária: Daniela Godoy Catisti
Vice secretária: Joana Judite Dalcuche Antoche
Grupo de Análise de Acidentes e Quase Acidentes
Jefferson Luiz M Dieckmann - Cordenador
Rubens Claro Goncalves - Membro
Marcelo Ferreira - Membro
Aurelino Pereira Carneiro - Membro
Herbert Damasceno Ramirez - Membro
Giancarlo Alves Madruga - Membro
Grupo de Eventos e Treinamento
Paulo Renato Fernandes - Cordenador
Laurentino Alves Cabral - Membro
Henrique Kadzuma Watanabe - Membro
Waldemiro Pedroso Sobrinho - Membro
Edinara Rocio de Andrade
Grupo de Inspeções e Mapa de Risco
Marcelo Ferreira - Cordenador
Laurentino Alves Cabral - Membro
Renato Weege - Membro
Luiz Alberto Iubel - Membro
Valmir Pinzan Garcia - Membro
Marcelo Augusto Ercoles
Grupo de Gestão
Fernando Villa Coimbra Campos - Cordenador
Jefferson Luiz M Dieckmann - Membro
Daniela Godoy Catisti - Membro
Joana Judite Dalcuche Antoche - Membro
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Educação se aprende em casa
Mas será que realmente praticamos?
Uma coisa que muitos esquecem é que a segurança no trânsito também se aprende em casa. Normalmente isto é relegado para as escolas (que muitas vezes não a fazem) ou esperamos os filhos chegarem aos 18 anos e aprenderem na auto-escola.
Mas podemos começar a ensinar desde criança a direção segura. Ensinar a importância de seguir a sinalização, como devemos nos portas no transito. E não adianta só falar para criança. Temos que dar exemplos. Do que adianta falarmos para andarmos dentro do limite de velocidade, mas na hora do transito, deixamos isto de lado? Ou o que uma criança aprende com um adulto esbravejando por causa do transito?
Então, da próxima vez que entrar em um carro com sua familia, lembre-se do exemplo que está dando. Uma criança educada vai crescer um motorista consciênte.
Por Fernando Villa Coimbra Campos.
Problema cultural
O problema do comportamento inadequado no trânsito passa até pela cultura da necessidade do automóvel. Todo mundo quer um carro e, quem não tem ou opta por não dirigir, se sente marginalizado. Juntando com os financiamentos mais acessíveis e uma melhor condição econômica, cada vez mais automóveis vão para as ruas. Paralelamente, os motoristas não têm consciência da necessidade de um comportamento seguro no trânsito. Só que existem outros personagens nesse cenário que não são encarados tão seriamente quanto deveriam: os pedestres. “A maior parte das pessoas que circulam a pé nunca teve acesso à informação. O motorista - bem ou mal - passou por um processo de aprendizagem”, comenta Maura Moro, da Urbs.
A família e a escola exercem um papel fundamental para trabalhar este assunto, especialmente com as crianças, que podem ser multiplicadoras de informação. E, por características próprias, elas passam a cobrar atitudes corretas de quem está ao redor. “Poucas escolas fazem a educação de trânsito. Quando fazem, leva para uma cidade mirim ou leva alguém para dar uma palestra. E só. No Brasil existe um jogo de empurra-empurra quanto à inteligência de trânsito, que começa quando se vai para a rua. Trânsito não é questionar se multa ou não, se tem radar ou não. Para o trânsito funcionar bem, não basta um bom condutor. O trânsito é o maior palco da cidadania”, conta Celso Mariano, diretor da Tecnodata, empresa multimídia dedicada à educação para a prevenção no trânsito. Além disso, na opinião dele, é preciso envolver as pessoas dentro de seus grupos, como nas comunidades e na igreja. O assunto deve ser tratado no dia a dia.
De acordo com Mariano, o problema não é falta de informação. E apenas ler não basta. “Se fosse assim, era só dar uma cópia do Código de Trânsito Brasileiro para cada um e não haveria mais problemas”, analisa. Essa informação precisa ser tratada e relacionada com outros fatores, como o cálculo de quanto tempo o motorista vai ganhar se sair correndo pelas ruas. Ele vai ver que não vale a pena se arriscar e colocar em risco a vida de outras pessoas por tão pouco.
Fonte: Joyce Carvalho, Paraná Online
Postado por CIPA CTEKM3 às 11:29 0 comentários
Limite de velocidade desrespeitado no Paraná
Motoristas continuam minimizando as consequências que podem vir com a desobediência da legislação. Ou se esquecem que uma pessoa consegue sobreviver a um atropelamento se atingida até 55 km/h. Ou que aumentar em 20 km/h a velocidade do veículo em relação ao permitido aumenta os riscos de um acidente em até dez vezes. A maioria dos condutores comete infrações conscientemente. “Ninguém passa no sinal vermelho porque não sabia. Infração deveria ser exceção. Tudo isto passa por uma questão cultural. Não existe um respeito à lei. Os motoristas respeitam a fiscalização. Se houvesse uma fiscalização ainda mais rigorosa, teríamos mais infrações”, afirma Gustavo Fiori, coordenador de infrações do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR).
Ele lembra que existem infrações que são de difícil constatação, como o uso do cinto de segurança no banco de trás. Se não houver uma abordagem, dificilmente o agente de trânsito vai perceber a desobediência. Atualmente, são poucas as infrações cometidas por desconhecimento. Se existisse um respeito maior das regras, com certeza haveria menos acidentes e, consequentemente, menos mortos e feridos. “A maioria dos veículos não tem infração. São sempre os mesmos que cometem”, revela Fiori.
Se não é por falta de informação, então o que acontece com o motorista brasileiro? Ele sabe como deveria se portar no trânsito, mas insiste em burlar a legislação, a todo momento. “As pessoas têm consciência de como deveriam se comportar. Têm consciência que as atitudes individuais podem causar consequências. Mas muitas dessas pessoas agem diferente do que aprenderam como correto. Mais de 98% dos acidentes poderiam ter sido evitados e foram precedidos de infração. Alguém fez alguma coisa errada. A questão comportamental é fator primordial para que se tenha, ou não, segurança no trânsito”, avalia Maura Moro, coordenadora da unidade de Educação e Mobilização da Urbanização de Curitiba (Urbs), que gerencia o trânsito na cidade.
Fonte: Joyce Carvalho, Paraná Online
Postado por CIPA CTEKM3 às 11:21 0 comentários




