sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Mais premiações por direção segura...












Como consequência da política de segurança da Copel e do engajamento de seus colaboradores, mais prêmios por quilometragens rodadas com segurança e zelo com os veículos tem sido entregues. Na terceira reunião ordinária da Cipa Cte Km3, receberam seus certificados:

HDERS
- Kati Guez Abrantes com 50.000 quilômetros rodados
HDETT
- Ernani José Fragoso com 100.000 quilômetros
- Paulo Roberto de Freitas com 150.000 quilômetros
- Denilson Mário Wendt com 150.000 quilômetros
- Nadir farias Madruga com 200.000 quilômetros
CTLL
- Edemilson da Silva com 10.000 quilômetros
- Ivandro Kotovicz com 10.000 quilômetros
- José Antonio Paludo com 10.000 quilômetros
- Gilberto Godoy Verdi com 50.000 quilômetros
- Reginaldo Donizete de Oliveira com 50.000 quilômetros
- Cezar Gonçalves da Motta com 150.000 quilômetros
- Luiz Antonio Lourenço Machado com 150.000 quilômetros
- Gilberto Lopes Valin com 200.000 quilômetros
- Luiz Tantsch com 200.000 quilômetros

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Premiações por Quilometragem...




Temos a satisfação de noticiar que foram entregues a três colaboradores da Copel Telecomunicações Pato Branco (PTLPTO), os certificados de premiação por direção segura.
São eles:
- Fernando Pereira Kraus, atingindo a marca de 10.000 quilômetros.
- Eduardo Cardoso de Oliveira, atingindo a marca de 100.000 quilômetros.
- Antonio Petkowicz, atingindo a marca de 300.000 quilômetros.
Os certificados foram entregues pelo supervisor do setor, Jonas Kozelinski.
Aos três, os cumprimentos das Cipas CTE KM3, CTE AGO e CTE LNA!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Prêmio por direção segura...



Ao completar 50.000 quilômetros rodados com absoluto zelo e segurança, o colaborador Júlio Dzazio, lotado na Copel Telecomunicações Ponta Grossa, recebeu das mãos de seu gerente, Gilmar Alfredo Ribas, o respectivo certificado. Os parabéns das Cipas CTE KM3, CTE AGO e CTE LNA pela presente distinção! Na imagem, flagrante da solenidade.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

50.000 quilômetros com segurança...


Aconteceu na última reunião ordinária da Cipa CTE KM3, dia 24/09, a entrega do Certificado de 50.000 quilômetros rodados com absoluta segurança e zelo para o colaborador e membro de nossa Cipa, Tassilu Faria. A entrega foi feita pelo seu gerente Antonio Carlos W. P. de Melo.
Na foto, flagrante da cerimônia.

Fazer hora extra faz mal ao coração, alertam os cientistas...

Trabalhar demais faz mal ao coração. É o que sugere um estudo publicado nesta quarta-feira pela edição on-line da revista especializada European Heart Journal. Cientistas alertam que fazer horas extras constantemente - trabalhando entre 10 e 11 horas diárias - aumenta em até 60% o risco de doenças cardíacas.
Durante a pesquisa, os cientistas analisaram a saúde de 6.000 funcionários públicos britânicos, levando em consideração fatores de risco cardíacos tradicionais, como o fumo. Deste total, foram verificados 369 casos de pessoas que sofreram doenças cardíacas fatais, tiveram infartes ou desenvolveram angina (dor no peito devido ao baixo abastecimento de oxigênio ao músculo cardíaco).
Em vários casos, os pesquisadores detectaram um forte vínculo entre as doenças cardíacas e as horas trabalhadas em excesso. Entre os fatores que explicam essa ligação estão a falta de tempo para relaxar ou praticar excercícios físicos, além do stress, ansiedade e depressão.
"Funcionários que fazem horas extras também tendem a trabalhar quando estão doentes, ou seja, relutam em faltar ao trabalho", diz a pesquisa, realizada pelo Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional em Helsinki, em parceria com a University College of London. Alguns desses trabalhadores foram classificados pelos cientistas como personalidade "tipo A" por serem muito dedicados à carreira e altamente motivados, agressivos e irritáveis.
Mianna Virtanen, coordenadora do estudo, acrescenta que as conclusões ainda não são definitivas e que mais pesquisas ainda são necessárias para que fique comprovada a ralação entre o excesso de trabalho e doenças do coração.
Fonte: Revista Veja

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

CAMPANHA DE SEGURANÇA E SAÚDE DA DGT

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Caros gerentes e demais colaboradores da DGT:

Em nossa última reunião de staff da DGT, no dia 16.09.2010, com a participação de todos os superintendentes, aprovamos
mais uma importante iniciativa desta Diretoria na gestão e controle dos perigos e riscos associados à segurança e à
saúde. É com grande satisfação que me dirijo a vocês para pedir todo o empenho no apoio às atividades planejadas pelas
suas Cipas, dedicando recursos e tempo necessários para que as tarefas surtam os efeitos desejados.

Tais atividades se sucederão ao longo dos próximos 14 meses, com objetivo bem definido: atender o estabelecido no
Compromisso de Gestão quanto a redução dos acidentes com empregados próprios, contratados e com a comunidade de nosso
entorno.

Existindo necessidade de recursos, a DGT fará tudo que for viável para viabilizar as soluções que venham a ser
propostas. Nosso negócio é feito de pessoas e instalações, essenciais para a vida da Copel e principal patrimônio a ser
preservado.

Com esta mensagem, torno oficialmente lançada a CAMPANHA DE SEGURANÇA E SAÚDE DA DGT para o período de 2010/2011. Peço
que se faça chegar esta mensagem a todos empregados, assim como aos terceirizados contratados e aos estagiários.

Aproveito para agradecer aos sempre entusiasmados amigos que estão diretamente envolvidos no planejamento e execução
desta importante campanha.

Boa campanha para todos nós!

Raul Munhoz Neto
DGT

Atenciosamente,

Raul Munhoz Neto
DGT

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

SUSTENTABILIDADE SOCIAL E ESTRESSE CORPORATIVO - CAUSAS

SUSTENTABILIDADE SOCIAL E ESTRESSE CORPORATIVO - CAUSAS

Como vivemos em um mundo globalizado, muito se tem falado sobre sustentabilidade empresarial.

O consultor Luiz Henrique de Paiva José, em seu texto “sustentabilidade na pequena empresa”, define, de forma muito simples, o que é uma empresa sustentável: “é a empresa que continua gerando lucros para seus acionistas sem causar impactos negativos aos outros stakeholders (partes interessadas) da empresa”.

E quem são os stakeholders? O mesmo autor assim os descreve: soa seus funcionários, seus clientes, seus concorrentes, o governo, o meio ambiente, a comunidade em torno da empresa, etc.

De uma forma geral, a sustentabilidade empresarial está ‘apoiada’ em três pilares:
  • sustentabilidade ambiental, relacionada aos cuidados com nosso planeta e com foca nas áreas de proteção ambiental, recursos renováveis, ecoeficiência, gestão de resíduos e gestão de riscos;
  • sustentabilidade social, direcionada à dignidade humana e com foco nas seguintes áreas: direitos humanos, direitos dos trabalhadores, envolvimento com a comunidade, postura ética, etc.; e,
  • sustentabilidade financeira, que visa a prosperidade através de: recursos econômicos, direitos dos acionistas, competitividade e relação entre clientes e fornecedores.
Dentro da sustentabilidade social, está, sem dúvida alguma, a melhoria constante da qualidade de vida dentro do ambiente de trabalho, visto que este ambiente é cada vez mais perverso no que diz respeito à saúde física e mental de seus colaboradores devido às demandas que o mundo globalizado impõe.

E um dos piores males dele decorrente é o estresse, considerado pela Organização Mundial da Saúde, como a epidemia do século XXI.

Para se ter uma idéia, 70% das pessoas sofrem deste mal, e destes, 30% sofrem de burnout, o estágio final do estresse, de acordo com dados do International Stress Management Association (ISMA).

Ainda mais, a mesma associação informa que, nos dias de hoje, o profissional trabalha, em média, 54 horas por semana, contra 48 horas de alguns anos atrás. E o que é pior: profissionais em cargos mais altos chegam a trabalhar 65 horas semanais.

Estas jornadas mais longas, aliadas a outros fatores como, por exemplo, não ter tempo para a prática de atividades físicas, noites mal dormidas (em qualidade e número de horas), alimentação desregrada, fazem com que o estresse, aos poucos, vai se manifestando. E, de repente, aparecem as doenças, físicas e/ou mentais, podendo levar o profissional a sofrer um ataque cardíaco ou um derrame cerebral.

Portanto, torna-se cada vez mais necessário a conscientização de que o ambiente corporativo, onde o profissional passa o maior número de horas diárias, é um ambiente onde que pode, sim, ser o responsável pelo aparecimento de doenças em seus colaboradores.

O desenvolvimento de práticas e ações que minimizem as causas do estresse corporativo é algo que deveria ser o item número 1 na agenda dos responsáveis pela gestão de pessoas e saúde corporativa.

Colaboradores sem qualidade de vida no trabalho, sem saúde e sujeito às demandas do mundo globalizado produzem cada vez menos, o que é ruim para a empresa que perde em competitividade e lucro e gasta mais na recuperação do seu colaborador.

Portanto, prevenção é a palavra-chave.

É necessário entender saúde e qualidade de vida dentro do ambiente de trabalho não como custo, mas como investimento onde todos lucram, com a finalidade de diminuir os índices de estresse. Entretanto, o que tem sido feito nesta área é muito pouco. Em sua tese de doutorado, a especialista Eliete B. Areliano verificou as principais ações de empresas focadas em qualidade de vida. Suas conclusões foram:
  • 88% das corporações com programas e ações focadas em qualidade de vida estão na região sudeste do Brasil;
  • 60% das empresas pesquisadas apontam o RH como a área responsável pelas ações;
  • 68% das companhias ampliam os programas para os familiares e 30% incluem os terceirizados nestas ações: e,
  • 85% das atividades em prol da qualidade de vida estão relacionadas aos cuidados e orientações com a alimentação e nutrição e 70% são ações focadas em saúde. O gerenciamento do estresse aparece na sexta posição em 29% das empresas.
Com relação ao estresse no trabalho, alguns dados quantitativos são, realmente alarmantes.
De acordo com o Disease American Institute of Stress, 78% dos entrevistados descrevem seu trabalho como altamente estressante, 75 a 90% de consultas médicas iniciais são devidas a problemas relacionados ao estresse e 60 a 80% dos acidentes de trabalho estão a ele relacionados.

Já para a Marlin Company, 33% dos entrevistados tem observado um aumento de enfermidades devido à ansiedade ou ao estresse na empresa: 27% relatam um aumento nos problemas emocionais como depressão, insônia, abuso do álcool e drogas ou conflitos familiares: 28% afirmam que a economia é a maior causadora do estresse e 31% dizem que houve um aumento no número de clientes difíceis de lidar.

A pesquisa da Northwestern National Life Insurance verificou que: um milhão de faltas ao trabalho estão relacionadas ao estresse; 27% dos colaboradores disseram que a maior causa de seu estresse é o trabalho; 46% consideram os níveis de estresse no trabalho muito alto ou extremamente alto; u m terço dos colaboradores já pensou em se demitir devido ao estresse no trabalho; e, 70% afirmam que o estresse do trabalho causou danos à sua saúde física e mental.

Considerando-se estes números, o foco deve se voltar ao combate e controle de suas causas. E quais são elas?

Este é o propósito deste texto: descrever de forma sucinta as principais causas do estresse no ambiente de trabalho. E estas não são poucas.

CAUSAS DO ESTRESSE NO AMBIENTE DE TRABALHO

1 – Relacionadas à conjuntura econômica
A – Quando há crescimento econômico
  • busca individual para a conquista de mais espaço;
  • relacionamentos competitivos;
  • mudanças bruscas na carreira;
  • medo do desconhecido (novos desafios);
  • autocobrança;
  • pressões inerentes ao crescimento econômico
B – Quando há crise econômica
  • insegurança crescente (cortes de pessoal e desemprego);
  • diminuição de investimentos na melhoria do ambiente de trabalho (saúde organizacional);
downsizing;
  • aumento das tensões interpessoais;
  • flutuações cambiais e incertezas econômicas.

2 – Relacionadas à mudanças
A – Determinadas pela empresa
  • troca freqüente de pessoas;
  • novas orientações;
  • tensões decorrentes de uma grande diversidade no ambiente de trabalho;
  • fusões e aquisições, levando a cortes e demissões;
B – Devido a novas tecnologias
  • Tensões decorrentes de ter que se adaptar rapidamente às mesmas: aprendizado constante e rápido, treinamentos inadequados ou uso de tecnologias inadequadas.
C – Devidas ao mercado
  • Exigências do mercado levam a mudanças de procedimentos no ambiente de trabalho e no desenvolvimento de atividades a ele relacionado. Ex.: perda de clientes, abertura de capital, aumento da concorrência, etc.
D – Auto-impostas
  • exigências que fazemos de nós mesmos;
  • adaptabilidade e resiliência;
  • reciclagem constante (necessidade de aprendizado e adaptação constantes).
3 – Relacionadas ao ambiente de trabalho
  • política de gestão do capital humano muito complicada (distância entre discurso e prática);
  • desconhecimento do processo de avaliação de desempenho;
  • desconhecimento do processo de avaliação de promoções;
  • administradores autoritários e autocráticos;
  • crueldade nas relações profissionais (rivalidade, competitividade interna, violência psicológica);
  • novas diretorias e novas lideranças;
  • cobranças relativas a desempenho e resultados;
  • incapacidade de administrar o tempo;
  • sobrecarga de trabalho (responsabilidades excessivas; horas extras, levar trabalho para casa, produzir o dobro na metade do tempo, etc.);
  • estabelecimento de prazos irreais para a realização de tarefas:
  • responder a mais de um chefe;
  • conviver com pessoas difíceis e temperamentais;
  • assédio moral;
  • assédio sexual;
  • bullying;
  • má distribuição de tarefas (ambigüidade, conflito de papéis);
  • intervalos irregulares para pausas;
  • falta de clareza de regras, normas, etc.;
  • falta de ferramentas adequadas;
  • insatisfação salarial;
  • ambiente desorganizado (comunicação pobre, deficiente ou inadequada, ausência de controle, etc.);
  • medo de cortes e demissões;
  • expectativas excessivas, conflitantes ou incertas sobre nós daqueles que nos cercam.

4 – Relacionadas à alta competitividade
  • redução dos níveis hierárquicos;
  • redução do pessoal;
  • redução dos custos;
  • redução dos recursos;
  • cronogramas apertados (curtíssimo prazo).

5 – Relacionadas à atividade propriamente dita
  • sensação de instabilidade (medo de demissão);
  • sensação de insuficiência profissional;
  • pressão para comprovar eficiência;
  • impressão contínua de estar cometendo erros;
  • falta de novos projetos;
  • trabalho repetitivo ou desinteressante por longos períodos de tempo;
  • falta de feedback;
  • falta de reconhecimento e valorização;
  • falta de perspectivas de crescimento profissional;
  • desrespeito às opiniões de colaboradores subalternos;
  • canais de comunicação sempre fechados com os colaboradores hierarquicamente superiores;
  • mudanças rápidas para as quais os colaboradores não estão preparados;
  • falta de autonomia ou de participação nos processos de decisão;
  • falta de não ter o que fazer;
  • ter uma atividade sem significado;
  • não ter noção da importância de sua atividade para a corporação.
6 – Relacionadas às relações interpessoais
  • repressão de emoções, angústias e frustrações;
  • perda da espontaneidade (aparentar o que não se é);
  • jogo do poder (tirania, perseguição, “puxação de tapete’, etc.);
  • agressividade reprimida;
  • falta de ajuda ou suporte de supervisores e colegas de trabalho;
  • discriminação e preconceito racial, sexual, religioso, com pessoas portadoras de necessidades especiais, etc.;
  • grosserias diretas.

7 – Relacionadas à carreira
  • mudança de cidade ou de país para implementar a carreira;
  • promoção com responsabilidades além das competências atuais;
  • falta de oportunidades para novos treinamentos;
  • falta de um plano de carreira;
  • ausência de promoções.

8 – Relacionadas à ergonomia
  • falta de equilíbrio térmico;
  • falta de equilíbrio acústico;
  • falta de equilíbrio luminoso;
  • falta de equilíbrio na umidade e qualidade do ar;
  • contato co m agentes agressivos à saúde (produtos tóxicos);
  • quantidade de pessoas por metro quadrado;
  • isolamento;
  • mobiliário inadequado;
  • atividades que exigem posturas não fisiológicas
  • repetição contínua de movimentos danosos;
  • permanência exagerada em atividades cansativas;
  • ambiente não adaptado a colaboradores portadores de necessidades especiais.
Fica, agora, a pergunta: o que você e sua empresa estão fazendo para diminuir os altos índices de estresse no ambiente de trabalho? Se o desejo é investir nesta área, veja as vantagens que poderão ser conseguidas para a empresa:
  • a promoção da saúde no ambiente de trabalho gera um retorno significativo do capital investido;
  • o investimento em planejamento e prevenção é 4 a 5 vezes mais econômico do que a solução de problemas evitáveis (redução das despesas médicas);
  • a modificação do comportamento gerado por programas bem planejados e gerenciados reduz o risco de doenças, custos relacionados, absenteísmo e turnover;
  • funcionários mais ativos, motivados e conscientes irão produzir mais e melhor;
  • chances maiores de recrutar melhores colaboradores;
  • maior comprometimento dos colaboradores;
  • melhor ambiente de trabalho;
  • melhor imagem junto ao mercado.
Deixo apenas um conselho: pense muito seriamente sobre isso!

Autor: Dr. Luiz Roberto Fava - Cirurgião-dentista, especialista em Endodontia, desempenhando esta atividade há mais de 30 anos. Experiência de igual número de anos como professor, pesquisador clínico e conferencista de temas ligados à especialidade. Desde o ano de 2003 vem se dedicando ao estudo de temas ligados às áreas de qualidade de vida, motivação e sucesso, tendo já ministrados cursos, palestras e publicados artigos nestas áreas.

FONTE: Revista O Gerente - Newsletter do dia 05/08/2010